Depois de alguns dias de alma nublada, me sinto novamente inspirada. Faz frio no Rio de Janeiro. O céu recoberto de nuvens. Mas a chuva que insistia em se manter sob meus olhos, desfez-se. Estou confiante e, mais uma vez, crédula. Em mim e nas inúmeras possibilidades que circundam o meu entorno. Essa é, sem dúvida, a melhor sensação. A de que posso, que quero, que vou buscar e tornar real.
Estou pensando em perdão, compreensão, afeto equilibradamente sereno. Sentimentos que me desadrenalizam, mas que gosto e preciso viver quando volto a subir a escada. É curiosa essa sensação do recomeçar. Não parei, não fechei os olhos, nem revi conceitos. Simplesmente adormeci minha energia. E hoje tive a nítida sensação de que voltei a despertar. Sem sustos, sem açodamento, mas sempre esperançosa. A literatura da auto-ajuda me incomoda, mas hoje me sinto dentro de um desses manuais do bom viver. Quase uma Revista Nova com suas infalíveis "dez lições para encontrar o homem de sua vida". Meio bobo, meio vazio, sem muita explicação empírica. Só sentimento, só sensação.
Sei que poderia falar horas sobre isso. Ou escrever, despreocupadamente. De um modo geral não faço rascunhos. Deixo sempre que a emoção flua. Quase sopro, meio brisa, lufada mediúnica que toma posse de mim. Quero muito o sorriso inteiro de meus filhos. A presença do amor, expressa em todas as suas formas e linguagens. Quero, só quero. E querer é sempre expor-se na vitrine. Que todos visitem a loja e peçam doses generosas do que tenho por lá.
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terça-feira, 17 de junho de 2008
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