Eu só quero ser feliz! Se existe mantra para repetir, e crer e construir no novo ano....é assim que quero que seja. E que venha do jeito que for: com dor ou prazer; atropelos ou delírios; tensão ou torpor. Porque ser feliz é sempre uma atitude revolucionária. Significa viver de olhos abertos para enxergar o que e para onde aponta aquele que sempre nos fala a verdade antes do crivo daquele que nos mente: nós mesmos.
Quero subverter minhas mais frequentes mentiras e reconhecer-me naquilo que é essencial, naquilo que me oferece o segundo fugaz da plenitude. Ser feliz é descrer da conquista efêmera, do estrelato vaidoso cujo palco nos faz personagens de comédia bufa. Porque os aplausos cegam e nos impedem o sutil e sereno trajeto sob a luz clarividente dos dias de sol. Ou de chuva fina.
Quero ser feliz para poder ver e inventar. Respirar para dentro e descobrir-me ou descubrir-me por fora. Criar o caminho onde meus passos tropeçam, mas não atropelam; onde ralo meus joelhos, mas sei da boa cura do sopro amoroso.
Quero ser feliz sem me importar com as conquistas, só com a vontade. À vontade. Quero ser feliz porque acredito e invisto no amor, inadvertido ou previsível; de risco ou com retorno garantido.
Quero a viagem, a procura, o encontro. Cavaleiro andante que ouve moinhos, lê estrelas e admira o mar.
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009
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