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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Românticos e brucutus

Adoro a idéia de um pensamento romãntico, mesmo quando - capricorniana que sou - vejo a vida de uma forma reta. E porque gosto de ideais, porque acredito que sonhar é o primeiro passo e porque acho que posso mudar o mundo, admiro almas românticas. Especialmente quando são almas do sexo masculino.
Homens - não todos, felizmente - são seres aprisionados por um conceito brucutu, onde emoções só devem ser vividas no gozo do prazer, na realização de um objetivo concreto ou, quando muito, na lúdica brincadeira dos filhos. Quando ouço, vejo ou leio homens que rompem com esse minimalismo de idéias, que se permitem à reflexão e ao pensamento desantolhado, tenho mais confiança em um caminho onde mulheres, como minha sonhadora filha, poderão usufruir de um homem que faz da alma e do coração utensílios fundamentais ao seu dia-a-dia. E sem pieguismo.
Que bom que fui capaz de também fazer um filho assim, que acredita que palavras e gestos são a expressão mais clara de um torpor apaixonado, que move montanhas e transforma o mundo. E não metaforicamente.