Daquilo que sei por vezes esqueço
e me perco e confundo entre ondas e marés.
Mas do amor sou escrava
porque do bem que me traz jamais me liberto.
Solto as amarras e desprendo o balão,
não quero vôo perfeito nem mesmo sereno.
Mas do amor sou escrava
e me encontro e revelo em cada susto ou sorriso.
E durmo o sono fértil da imaginação,
fantasio o romance mais tórrido e sufocante.
Mas do amor sou escrava
em todo o tempo que me é dado sonhar.
Vesti minha roupa de festa, pintei meus olhos de preto
e nem lembrei de dizer.
Mas do amor fui escrava.
Agora só falta você.
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
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