Outro dia, durante a minha aula de espanhol, o professor me perguntou: “?Tu eres afortunada?” Respondi que sim. Claro que sou. Não o tempo todo, mas até acho que na maior parte do tempo em que me é dado tempo para pensar nisso. Porque a pressão do ser feliz é fardo também. Sei que fui e sou, mas muitas vezes não fui e não sou. Pelo menos se interpretar tudo isso à luz do delirante mundo do "home sweet home" ou do “para sempre”.
É preciso ter coragem para não ser feliz. E audácia, ousadia, desprendimento. Não quero me amedrontar diante da dor porque ela é fermento e razão para o meu crescimento. Fui infeliz hoje em vários momentos. Mas um sorriso me fez muito feliz. Sem romantismos idílicos. Apenas sentimento. Me impressiona um pouco o medo do risco apenas pelo risco da dor que isso me trará.
Se o risco é inerente ao jogo, quero jogar e me jogar por inteira. Se o joelho ralar, se a lágrima escorrer, se a chuva cair, se a noite chegar...que seja bem-vinda. Porque no dia seguinte vou jogar novamente. Quem quiser que entre no time...ou assista da arquibancada.
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
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