Todo mundo, em algum momento da vida, conheceu alguém especial. E especial numa dimensão maior do que aquela febre e torpor que sentimos diante da pessoa amada. Alguém a quem só a presença, a voz, a palavra nos faz acreditar que sonhar é possível. E, melhor: tornar o sonho um acontecimento real, muito mais fácil do que até supúnhamos.
Pessoalmente, associo as pessoas especiais a alguma coisa perto da plenitude. É claro que tal identificação tem a ver com a generosidade com a qual as vejo. Mas também exprime um sentimento de achá-las em um degrau acima. Não falo da escada da subserviência ou submissão. Mas sim de quem alcançou uma grandeza – mais uma vez ao meu olhar – do qual ainda me sinto distante – se é que algum dia alcançarei.
São pessoas que compreendem mais, perdoam mais, se mantém menos expostas ao vaivém dilacerante dos jogos emocionais. E respondem, às vezes com todo o equilíbrio e serenidade que parecem fugir de mim, às perguntas mais difíceis; vêem saída nas situações mais conflitantes, oferecem um novo e clarividente olhar sobre os teoremas mais complexos da alma da gente.
Certamente alguém, ao ler esse texto, até dirá: mas você é assim, Verônica. Ok...sinto-me assim, meio fada encantada, meio guru, muitas vezes. Até acho que posso ser especial para muita gente. O que não invalida que possa, que queira ver e reconhecer as pessoas que são especiais. E aí não posso não incluir minha amiga querida Jane nessa lista.
Voz doce, palavra serena, equilibradamente iluminada. Amiga mais que irmã.
Me puxa que eu topo subir esse degrau.
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quinta-feira, 27 de março de 2008
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