Fui ao primeiro encontro do grupo de meditação. Na verdade, esse é o primeiro degrau de uma escada que vou encarar como um mote para 2009. Abrir espaço para o auto-conhecimento; oferecer-me a possibilidade de um olhar endógeno que me permita - quem sabe - desenvolver ou explorar mais o meu sexto-sentido: a consciência do que sou e do que realmente pertence ao meu tempo presente.
Como bem disse o mestre do grupo, passamos a maior parte de nossas vidas entre o passado e o futuro, pensando nas marcas das histórias que carregamos ou no que planejamos para o depois. Mas ao presente mesmo, ao nosso tempo real e às múltiplas possibilidades que ele oferece, somos sempre parcimoniosos.
Sentir é o verbo do nosso presente. Quando sentimos faz-se a ponte que nos traz para o tempo de hoje. É curioso pensar nisso porque sentir representa sempre um novo olhar sobre a vida, sobre os amores, as dores que temos e as formas, ferramentas que dispomos para fazê-las melhores. Reconhecer o caminho da dor é descobrir onde queima os pés e pensar livremente sobre como ser capaz de mudar de rumo.
Não quero mais gastar tantas horas do meu dia a revolver a lama em busca do anel que ali deixei se perder. No tempo presente posso sim ser o jardineiro de um jardim onde flores nascem e morrem, onde há tempo de floração e de seca, onde há cores e espinhos. Mas posso limpar sempre esse jardim, revolver a terra e, principalmente, retirar as ervas daninhas, as folhas secas., o que ficou para trás e não mais me pertence. Posso adubar, plantar de novo.
É isso...preciso da nova planta sempre; do ciclo vital que começa e se renova. Só eu posso ver e mudar a minha vida, só eu conheço verdadeiramente o ciclo da minha história.
Virar a página, com toda a sabedoria adquirida, é a grande vibe.
Mostrando postagens com marcador A grande vibe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A grande vibe. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Assinar:
Comentários (Atom)
